quarta-feira, 16 de novembro de 2016

POLÍTICA EXTERNA


Agenda de Desenvolvimento Sustentável Pós-2015

Agora chamada Agenda 2030, corresponde a conjunto de programas, ações e diretrizes que orientarão os trabalhos das Nações Unidas e de seus países membros rumo ao desenvolvimento sustentável.
Concluídas em agosto de 2015, as negociações da Agenda 2030 culminaram em documento ambicioso que propõe 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas correspondentes, fruto do consenso obtido pelos delegados dos Estados-membros da ONU. Os ODS são o cerne da Agenda 2030 e sua implementação ocorrerá no período 2016-2030.

A Conferência Rio+20, realizada em 2012 no Brasil, estabeleceu claro mandato para que os Estados-membros da ONU construíssem coletivamente esse conjunto de objetivos e metas, ampliando a experiência de êxito dos Objetivos do Milênio (ODM). Uma das novidades dos ODS e de suas metas é o fato de se aplicarem a todos os Estados-membros das Nações Unidas. Isso reflete o reconhecimento de que todos os países – desenvolvidos e em desenvolvimento – têm desafios a superar quando o assunto é promoção do desenvolvimento sustentável em suas três dimensões: social, econômica e ambiental. Além disso, o Brasil tem destacado a imensa oportunidade de que a pobreza do mundo seja erradicada dentro do período de vigência da nova Agenda.
A Agenda 2030 não se limita a propor os ODS, mas trata igualmente dos meios de implementação que permitirão a concretização desses objetivos e de suas metas. Esse debate engloba questões de alcance sistêmico, como financiamento para o desenvolvimento, transferência de tecnologia, capacitação técnica e comércio internacional. Além disso, deverá ser posto em funcionamento mecanismo de acompanhamento dos ODS e de suas metas. Esse mecanismo deverá auxiliar os países a comunicar seus êxitos e identificar seus desafios, ajudando-os a traçar estratégias e avançar em seus compromissos com o desenvolvimento sustentável.

A nova Agenda de Desenvolvimento foi oficialmente adotada pelos Chefes de Estado e de Governo do mundo todo na “Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável 2015”, que teve lugar na sede da ONU, em Nova York, de 25 a 27 de setembro. Esse evento, ocorrido às vésperas da Sessão de Abertura da 70ª Assembleia Geral das Nações Unidas, representou ocasião para que os líderes do mundo anunciassem seu compromisso inequívoco com o desenvolvimento sustentável e com a materialização do “Futuro que Queremos”.
No plano nacional, contamos com esforço amplo e participativo de coordenação para a formação da posição brasileira. Em seus dois anos de funcionamento, o Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) envolveu amplamente o Executivo federal e recebeu decisivas contribuições dos Estados e Municípios, da sociedade civil, de movimentos sociais, do setor privado e da academia. Essa ativa participação da sociedade singularizou a atuação e a contribuição brasileira nos debates nas Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável.
Disponível em: 
<http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/politica-externa/desenvolvimento-sustentavel-e-meio-ambiente/135-agenda-de-desenvolvimento-pos-2015> Acesso em:16 nov 2016.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Reforço 4º e 5º Ano

Dica: coletânea auxiliar do professor desenhos artístico pedagógico oito volumes editora comercial planto Ltda volume 1 2 3 lendas folclóricas 4 símbolos da pátria 5 6 7 dobraduras divertidas 8 9 10 flores e frutas. Scribe PDF

Atividades Português.



















































segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Visão Organizacional

Minha análise em outubro 2016:

Uma empresa que queira permanecer no mercado tem que usar de todas “ferramentas” estratégicas. Uma dessas, logo de início é o planejamento, dentro dele, um plano, onde falaremos da importância de se criar a visão organizacional.
A organização estratégica deve ter uma visão de raios-X, em relação ao porvir. Sendo assim, a organização estratégica deve atravessar o limite do tempo e espaço do presente, indo além do hoje, para um futuro, que proporcione um alicerce no mercado, e ao atingi-lo, capte anseios sustentáveis e concretos para uma estabilidade da organização.
Usando os tempos presente e futuro, com a razão e o emocional, vendo os pontos grandes e pequenos, branco e o preto da sua organização, parte interna e externa: os fornecedores, sócios, clientes... Consultando os stakeholders, mostrando para os envolvidos, sua visão para um crescimento prazeroso, respeitoso e até lucrativo para a empresa.
A visão pode ser vista como duas forças da filosofia chinesa “yin e yang” que contém “racional” e “emocional”. Sendo a “imaginação”, sonho que é abstrato, passa por um processo de visualização que é o primeiro estágio ou parte, verificar “análise” os meios de atingi-los, com os objetivos sendo descritivo e registrado, e mantendo as metas, com os devidos números e tempos para mudar sua estratégia, para que nenhuma força, contrária possa tirar do controle ou do caminho o que mapa indica a seguir.
Toda organização deve no seu dia a dia, por em prática, a visão, para que se torne sempre real, ocupando um espaço no coração de todos.
Percebi a importância de se ter uma reunião participativa, para formular novos objetivos e construir uma visão, quando todos já perceberam a necessidade de novos horizontes para sua empresa.
A importância de se ter sempre entusiasmo e concomitantemente estarem se beneficiando do progresso da empresa, para que a mesma suba no mercado, ou permaneça sempre em destaque.
            Desta forma, analisando a importância de ser, só acontece se o ter ou fazer vier primeiro. Ter uma visão do que se pode oferecer, para que depois, ser constatado se de fato, desejei que todos compartilhassem a visão da minha empresa.
É preciso sair da imagem do espelho e atingir a realidade, ver como se encontra, o que se pode melhorar, por em prática o que cada empresa desejou para o futuro.
Vimos a visão como um motivo, para as empresas serem realizadas, ganhando o mercado competitivo, onde hoje são tomadas decisões, para que possam serem atingidas no futuro. 

REFERÊNCIAS

1.      ALLEN, R. O processo de criação da visão. HSM Management, São Paulo, n.9, a.2, p. 18-22, jul./ago.1988.
2.  ANDRADE, Rui Otávio Bernardes; Amboni, Nério (Org.). Estratégias de gestão: processos e funções do administrador. Rio de Janeiro: Elsevier, p 58-59,148, 2010.
3.       BENNIS, W, NANUS. B. Líderes e estratégias para assumir a verdadeira liderança. São Paulo: HARBRA, 1988.
4.       CHIAVENATO, IDALBERTO, Administração nos novos tempos.  -2.ed. - Rio de Janeiro: Elsevier. p. 223-225, 2004 - 8ª Reimpressão
5.     Disponível em: <http://www.cocacolabrasil.com.br/sobre-a-coca colabrasil/principios-e-valores> Acessado em: 22 Out. 2016
6.     Disponível em: <https://www.fdc.org.br/professoresepesquisa/nucleos/
Documents/0903.pdf> Acessado em: 22 Out. 2016
7.     TREGOE, B. E. et al., e Visão empresarial na prática Fundamentos de administração. Rio de Janeiro: Campus, 1996.