http://fabiopestanaramos.blogspot.com/2010/12/historia-do-analfabetismo-no-brasil.html. Dado por professora Kamile capacitação EJA 2011
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segunda-feira, 17 de março de 2025
quarta-feira, 11 de dezembro de 2024
FISIOLOGIA DO ATO SEXUAL
DESEJO (LIBIDO)
O desejo está relacionado à atração, o querer o outro e a vontade do contato físico. O desejo sexual assemelha-se a um apetite, interferências orgânicas ou emocionais podem alterar a percepção do desejo, sendo vivenciado de formas e intensidades diferentes no homem e na mulher.
O desejo é um impulso que o sistema neurológico específico produz por meio de sua estimulação. A libido ativa uma cadeia de processos complexos do sistema nervoso de forma consciente e inconsciente, resultando numa série de sustâncias químicas que envolvem o corpo. Causando percepções particulares e suficientes que fazem a pessoa buscar a relação sexual ou pelo menos demostrar-se receptiva. O centro nervoso cerebral divide-se em dois setores, que estão ligados a dois sistemas de neurotransmissores importantes: um que ativa o desejo e outro, que inibe. Os neurotransmissores são mensageiros químicos que tem como função enviar informação entre células nervosas. Então quando a pessoa tem uma lembrança erótica ou sensual ativada por qualquer tipo de estímulo sensorial, esses mensageiros são acionados.

Fonte: http://www.guia.heu.nom.br/sistema_limbico.htm
No cérebro a região sexual localiza-se no hipotálamo onde estão localizados os neurotransmissores que ativam e que inibem o desejo, chamados de centros póstero-laterais e centros ventro-mediais respectivamente, agindo de forma antagonista. Esses centros estão relacionados aos centros do prazer e da dor. Por esse motivo quando o centro do desejo é acionado, ocorre a ativação do centro do prazer, proporcionando a pessoa uma sensação prazerosa. Já quando o centro da dor é ativado, pode haver uma inibição do desejo pelo centro relacionado.
As endorfinas são compostos químicos produzidos pelas células cerebrais que proporciona um efeito de euforia, bem estar e alívio. Essa substancia é liberada no Sistema Nervoso Central (SNC) e vai ao mesmo tempo estimular o centro do prazer e inibir o centro da dor. Já quando se estimula o centro da dor, a produção de endorfina é bloqueada. Na fase do desejo, também estão envolvidos alguns hormônios, estrógeno e testosterona na mulher e no homem apenas a testosterona que vão agir nos centros sexuais do hipotálamo. Na mulher na carência de testosterona o estímulo sexual pode ser dado pelo Hormônio Luteinizante (LH), secretado pela hipófise anterior.
EXCITAÇÃO
A excitação envolve as sensações de prazer sentidas e a elaboração do corpo para a relação sexual.
Nessa fase o corpo se modifica para a relação sexual é como o corpo responde ao desejo. Na mulher a vagina que era um espaço virtual e seco, torna-se alongada, alargada e lubrificada devido à maior irrigação sanguínea no local e por liberação de muco pelas células do epitélio da vagina e pelas glândulas vestibulares. Outras transformações importantes ocorrem como o aumento do volume uterino e sua elevação na pelve, a contração de fibras musculares, de forma crescente e involuntária (miotonia). Os seios apresentam um leve aumento e os mamilos enrijecem. Há um aumento da frequência cardíaca e respiratória. Os órgãos localizados próximas a região genital, como o ânus, reto, bexiga e uretra, sofrem contrações musculares. Órgãos que fazem parte do aparelho genital feminino passam por transformações significativas: no clitóris, nos grandes e pequenos lábios no útero e na vagina há um aumento e acumulo da circulação de sangue, tanto de forma superficial como profunda provocando uma congestão vascular; os músculos desses órgãos também irão sofre miotonia. Há um avermelhamento e aumento de tamanho dos grandes e pequenos lábios e do clitóris. Para deixar a abertura da vagina livre os grandes lábios se comprimem havendo uma retração dos mesmos.
No homem a fase da excitação é delimitada pela a ereção do pênis. Como no sexo feminino as mudanças mais importantes no masculino são a congestão vascular e a miotonia. Também apresenta alteração nos mamilos com aumento de sensibilidade e leve enrijecimento, a pele sofre pequeno rubor, podendo aparecer manchas avermelhadas. A pressão sanguínea, a frequência cardíaca e a respiratória aumentam durante a fase de excitação. Há contração de órgãos próximos à região genital masculina.
ORGASMO
O orgasmo é o pico dessa atividade, onde descargas de energias proporcionam uma sensação de prazer intenso. Uma quarta fase que não faz parte do ciclo, mas que está presente no sexo masculino, a resolução, onde após todo processo o corpo sofre um período de relaxamento e bem-estar.
O orgasmo, também denominado de êxtase, gozo ou ápice, acontece quando os estímulos sexuais alcançam a sua atividade máxima, quando toda tensão sexual é liberada. Ocorre o que se denomina de plataforma orgásmica, que é a congestão vascular profunda do clitóris, pequenos e grandes lábios do terço inferior da vagina. Nessa região acontece uma série de contrações rítmicas e involuntárias.
No homem é acompanhado da ejaculação onde passa por uma contração muscular com expulsão de esperma. A ejaculação se dá em duas partes, a primeira quando o líquido seminal é liberado pela próstata, vesícula seminal e canal ejaculatório para a uretra; a segunda parte se dá quando a passagem desse líquido da uretra até a expulsão pelo orifício uretral localizado na cabeça do pênis. A mulher logo após o orgasmo pode ser novamente estimulada e iniciar outro ciclo excitatório, essa capacidade de ter múltiplos orgasmos não é vista no homem que em seguida a essa fase passa por um período de relaxamento denominado resolução.
Conhecendo os órgãos sexuais

Fonte:http://biologiacesaresezar.editorasaraiva.com.br/navitacontent_/userFiles/File/Biologia_Cesar_Sezar/BIO2_355.jpg
No sexo masculino o pênis é o principal responsável pelo prazer sexual e com ele, como secundários, mas também fundamentais estão os testículos, os mamilos, o ânus, o reto, a bexiga e a uretra.

Fonte:http://biologiacesaresezar.editorasaraiva.com.br/navitacontent_/userFiles/File/Biologia_Cesar_Sezar/BIO2_357.jpg
No sexo feminino os principais órgãos responsáveis pelo prazer do ciclo sexual são a vagina e o clitóris. Porém outras partes do organismo são também fundamentais para o desejo sexual, como os seios, o ânus e até mesmo órgãos interno como o útero, a bexiga e a uretra.
Referências
http://pt-br.infomedica.wikia.com/wiki/FISIOLOGIA_DO_ATO_SEXUAL
ABDO, Carmita. A fisiologia do Ato sexual. Portal Farmácia. Disponível em: [1]. Acesso em: 14 nov. 2009.
___. Ciclo de resposta sexual: menos de meio século de evolução de um conceito. Diagnóstico e tratamento. Ed. 4. Vol. 10. Out./Nov./dez. 2005.
ARATANGY, Lígia Rosenberg. Sexualidade a difícil arte do encontro. Ed. Atica. 1998.
BALLONE, G.J. Desejo Sexual. PsiqWeb. 2004. Disponível em: [2]. Acesso em: 15 nov. 2009.
COSTA, Valéria Catelli Infantozzi. Fisiologia do adulto e idoso. Nutrição clínica: da gestação ao envelhecimento. Ribeirão Preto, 2008.
GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Fisiologia feminina antes da gravidez e hormônios femininos. Tratado de fisiologia médica. Ed. Elsevier. Rio de Janeiro, 2006. Cap. 81, p. 1023-1024.
___. Funções reprodutivas e hormonais masculinas. Tratado de fisiologia médica. Ed. Elsevier. Rio de Janeiro, 2006. Cap. 80, p. 1001-1003.
PARISOTTO, Luciana. Sexo, anatomia e fisiologia sexual: como a coisa funciona. ABC da saúde. 2006. Disponível em: [3]. Acesso em: 15 nov.2009.
REIS, Margareth de Mello F. dos; Orgasmos feminino. Instituto H. Ellis. 2002. Disponível em: [4]. Acesso em: 20 nov. 2009.
SELKURT, Ewald E. Fisiologia da reprodução. Fisiologia. Ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 1986. Cap. 35.
SILVERTHORN, Dee Unglaub et al. Reprodução e desenvolvimento. Fisiologia humana. Ed. Manole. Barueri, SP. 2003. Cap. 24, p. 753-755.
SOUCASAUX, Nelson. A resposta sexual feminina. Nelson Ginecologia. Disponível em: [5]. Acesso em: 15 nov. 2009.
Links relacionados
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?386
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?195
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?194
http://www.apm.org.br/fechado/rdt_materia.aspx?idMateria=3073
http://www.marianamaldonato.com.br/aulas/sexologiaparaginecologistas.pps
http://www.nelsonginecologia.med.br/femalesexresp_port.htm
http://www.portaldasexualidade.com.br/default.aspx
http://virtualpsy.locaweb.com.br
sexta-feira, 22 de março de 2024
Por que pedagogia social?
Por que pedagogia social?
Por: Margarete Martins de Araújo
A Pedagogia Social é um componente da Pedagogia que se responsabiliza diretamente com a incanão das crianças em situação de vulnerabilidade social no universo escolar Quanto mais a população de um pais e entregue a própria sorte, maior se faz a necessidade da pedagogia Socal, que se traduz em um fazer pedagógico voltado para a realidade das crianças e adolescentes expostos a todo o tipo de dificuldades oriundas de uma educação direcionada para um público com valores e necessidades bem diferentes. Dificuldades estas que não abrangen apenas o âmbito educacional como também o social, o politico e o afetivo por exemplo
Ao abraçarmos a Pedagogia Social como tema de trabalho, como foco do nosso interesse. como questão reflexiva, o fizemos por perceber o quanto precisamos aprender com os sujeitos do flagelo social brasileiro para com eles trabalhar São milhões de crianças e jovens que não se vêm contemplados no cotidiano das escolas, que se sentem excluidos de um processo do qual seus próprios pais e avós, quem sabe, também o foram e, por mais que possa parecer uma questão hereditária, trata-se de um processo histórico de exclusão que, ao longo dos anos, transforma em marginais seres humanos capazes, competentes e brilhantes.
Multe pouco ou quase nada do que aprendi me auxilia para com eles lidar. É preciso me formar, me alfabetizar em uma nova forma de ser e estar professora para construir um novo senado para o magistério por mim exercido. Penso existir em algum lugar professores que comunguem com minhas idéias e é para eles e com eles que abrimos um espaço de trabalho como este. As questões investigativas são construidas, principalmente, na dor, no calor do exercicio de um fazer que se impõe a cada dia, a cada hora. Não diferente, suas respostas são onundas do amor, do compromisso forjados a ferro e fogo no cadinho da existência humana. Apenas um professor capaz de enxergar-se em seus alurios, será capaz de ao resgata-ios co processo de indigência educacional em que se encontram resgatar-se também
Ouse afemar a existência de um tripé que se constitui em um desafio permanente para o Educador Social: o primeiro pilar é o da construção de sua própria identidade. Uma identidade que só faz sentido atrelado ao outro, ou seja, ao aluno. O segundo o da aceitação é preciso aceitar seu aluno como ele é com suas histórias e memórias, com seus textos e contextos de emergências. É possível afirmar que o processo de aceitação do outro passa. prinapalmente, pela própria aceitação, caso contrário, não passará de mero discurso representado por palavras soltas ao vento. Falamos, portanto, de testemunho vivo de um fazer capaz de por em diálogo o binômio teórico- prático, invocando permanentemente a questão da coerência, o que nos é bastante desafiador. E finalmente, porém não menos importante, o terceiro pilar é o da responsabilidade Para além de se identificar com os educandos, neles se reconhecer e, aceitá-los em sua legitimidade, o Educador Social precisa responsabilizar-se por eles. É uma atitude que envolve a dimensão do cuidado existente no fazer pedagógico social, ela envolve da menor a maior decisão correspondente a todas as áreas do cotidiano educacional. Reafirmo todas as partes, pois a categoria pertencimento, tomada de empréstimo da Fisica Quântica, nos possibilita compreender o quanto estamos interligados a
tudo e a todos. O destino do nosso planeta é comum ao nosso próprio destino. Conseqüentemente evidencia-se a ineficácia de uma ação pedagógica fora desta dimensão
Com isso convidamos os educadores sociais ao exercício permanente de um fazer pedagógico onde o ato de responsabilizar-se seja a força motriz e ação inspiradora ao ponto que, será impensável não incluir o sucesso dos educandos no rol do seu próprio sucesso. Falamos, portanto, de uma relação de pertencimento capaz de compreender educador e educando como partes integrantes de uma mesma realidade, não fazendo mais sentido a existência de um sem o outro.
-Entre em contato, volte sempre!
Dica de leitura:
https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&opi=89978449&url=https://pensamientosep.cepalforja.org/wp-content/uploads/2019/09/Conocer-la-realidad-para-transformarla-OJ.pdf&ved=2ahUKEwjMp--71KqJAxWBr5UCHfNDFWkQFnoECBAQAQ&usg=AOvVaw2SToeAox-h2CPtNRNddb07
terça-feira, 30 de agosto de 2022
sábado, 11 de julho de 2020
domingo, 13 de janeiro de 2019
Economia Solidária - Feiras de Trocas e Moeda Social
Estudando
Prática para sala de aula, igreja, associações, etc.
Na Economia Solidária, todos os saberes são valorizados, e os meios de produção são coletivos, mantendo desta forma, o grupo unido.
INTRODUÇÃO
O que é Economia Solidária?
A Economia Solidária é uma nova forma de economia que surge no Brasil como resposta ao crescente índice de desemprego e em meio a um contexto mundial de crise dos Estados Socialistas no mundo e semifracasso dos governos e partidos socialdemocratas. Estas duas grandes transformações geraram no início da década de 90 movimentos emancipatórios com foco na sociedade civil. Com a fundamentação nas contradições do capitalismo e na necessidade de criação de oportunidades de trabalho e apoio da Igreja Católica,sindicatos e universidades.
“O capitalismo tornou-se dominante a tanto tempo que tendemos a tomá-lo como natural. O que significa que a economia de mercado deve ser competitiva em todos os sentidos: cada produto deve ser vendido em numerosos locais, cada emprego deve ser disputado por numerosos pretendentes, cada vaga na universidade deve ser disputada por numerosos vestibulandos, e assim por diante. A competição é boa de dois pontos de vista: ela permite a nós escolher o que mais nos satisfaz ; e ela faz com que o melhor vença, uma vez que as empresas que mais vendem são as que mais lucram e mais crescem, ao passo que as que menos vendem dão prejuízo e se não conseguirem mais clientes acabarão por fechar. Os que melhor atendem os consumidores são ganhadores, os que não conseguem são os perdedores.” (Singer, 2002)
As diferenças de condições na sociedade geraram uma sociedade desigual, países pobres e ricos divididos em classes A, B, C, D e E, de acordo com sua condição financeira.
As classes C, D e E servem de mão de obra para as classes A e B, que por terem os meios de produção exploram as classes menos favorecidas que tem apenas a sua força de trabalho a venda. Devido a escassez de vagas no mercado, o trabalho humano tende a ser cada vez menos valorizado e nessa proporção, mal remunerado, as empresas pagam o mínimo que podem em busca de explorar o trabalho ao máximo para gerar o maior rendimento possível. É o mercado capitalista em busca do lucro.
As pessoas com menor condição financeira, ficam obrigadas a manter essa relação pois não veem a possibilidade de criarem seu próprio empreendimento, pois para abrir um, as pessoas precisam de crédito, entretanto os bancos emprestam apenas a quem já tem dinheiro. As dezenas de garantias solicitadas pelos bancos tradicionais fazem com que as pessoas que não possuem bens, não possam ter acesso ao dinheiro e desta forma continuem sem os meios de produção. Já os ricos, mesmo que em algumas circunstancias se encontrem endividados, têm o prestígio do mercado e consequentemente o crédito, que os mantém sempre no topo da pirâmide. Desta forma, cada vez os ricos conseguem mais oportunidades e ficam ainda mais ricos e os mais pobres com menos oportunidades continuam na mesma classe social, gerando um mundo totalmente desigual.
http://proec.ufabc.edu.br/ejaecosol/feiras-de-trocas-e-moeda-social-a-pratica-da-sala-de-aula-em-conjunto-com-a-economia-solidaria/“…somente 20% da população mundial consomem mais de 80% da riqueza produzida, e os 80% tentam sobreviver com 20% dessa riq ueza. 826 milhões de pessoas são desnutridas! 2 Bilhões de pessoas sofrem de má nutrição! Na realidade, os modos dominantes de produção e redistribuição de renda, que são capazes de gerar enormes riquezas, ignoram as catástrofes sociais e ambientais que provocam.” (França, 2002)
https://catracalivre.com.br/carreira/saiba-como-voce-mesmo-pode-organizar-uma-feira-de-trocas-solidarias/“O clube de trocas favorece novos contatos, o início de novas amizades, traz oportunidades de trocas não-econômicas de afetos, favores, gentilezas. Em sua dinâmica, o clube atrai novos membros e permite que vários se associem em outros empreendimentos solidários, tais como cooperativas de produção, de crédito, de compras e vendas, etc.”(Costa, 2003)
Existem duas formas de troca:
- Direta – que ocorre entre as mesmas pessoas, com produtos de mesmo valor e no mesmo lugar.
- Indireta – por meio de moeda social, com pessoas diferentes, em lugares diferentes. (Costa, 2003)
- Nas feiras de troca é possível trocar objetos e conhecimentos. Pode-se trocar artesanatos, roupas em bom estado, livros, comidas, cortes de cabelo, aulas de línguas, serviços de cuidar de crianças ou idosos, etc.Diferente do capitalismo, que determina o valor através da lei da oferta e da procura sempre em busca da mais-valia, no clube de trocas o valor de cada objeto é dado pelo grupo, levando em conta o preço justo determinado pelos produtores e participantes da comissão da feira.No Decreto 7.358, de 17 de Novembro de 2010 que institui o Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário – SCJS e cria sua Comissão Gestora Nacional, regulamente em seu Art 2º:V – preço justo: é a definição de valor do produto ou serviço, construída a partir do diálogo, da transparência e da efetiva participação de todos os agentes envolvidos na sua composição que resulte em distribuição equânime do ganho na cadeia produtiva.Mas a definição de preço justo, pode ir muito além, ela deve ser baseada em gerar oportunidades a quem precisa, ter transparência na relação comercial e deve ser justa tanto a quem vendo, quanto a quem compra. Desta maneira, pode-se estabelecer relações duradouras entre comprador e produtor.
- Para que serve a moeda social?A moeda social é geralmente o instrumento de mediação próprio dos clubes de trocas. Ela circula dentro da feira e é uma facilitadora para as trocas que acontecem na forma indireta. Esta moeda visa ser exclusivamente um meio de intermediar as trocas solidárias e é ser aceita apenas dentro dos clubes de troca, como um instrumento do comércio justo.
A grande diferença desta moeda em relação a moeda oficial é o fato desta não permitir a reserva de valor, pois não tem juros. Como não pode gerar mais dinheiro, não tem significado guarda-la além do seu uso na feira e não pode ser transformada em mercadoria, como aconteceu com o dinheiro oficial.Esta moeda serve apenas como um “meio” e nunca como um “fim em si mesma”.As moedas criam um cerco ao redor da comunidade que fazem com que o dinheiro fique dentro do território e não se percam em bancos e supermercados multinacionais.Cada clube de trocas decide o nome de sua moeda social, isso mantém as características da região e a identidade de cada moeda de acordo com seus usuários. A co-criação da moeda, dá a responsabilidade ao grupo e mantém a mesma apenas dentro da comunidade. - REDLASES (2006) assim define os Mercados de Trocas Solidárias (MTS) ou Clube de Trocas:“É um espaço onde as pessoas trocam entre elas produtos, serviços e saberes sem o uso de dinheiro, de uma forma solidária, que promove a cooperação em vez da competição, própria do mercado neoliberal, respeitando normas éticas e ecológicas ao produzir e consumir.
Num evento de curta duração, seja preparado exclusivamente como MTS, seja incluído num evento maior que já esta acontecendo, é muito importante lembrar que seu objetivo principal é de caráter pedagógico, cultural e político, ou seja, o MTS propõe a todos participantes vivenciar uma nova maneira de fazer circular a riqueza, com a lógica das trocas solidárias, onde os resultados podem ser alcançados sem a utilização de dinheiro.” (p.6)REDLASES (2006) assim define os Mercados de Trocas Solidárias (MTS) ou Clube de Trocas:
Num evento de curta duração, seja preparado exclusivamente como MTS, seja incluído num evento maior que já esta acontecendo, é muito importante lembrar que seu objetivo principal é de caráter pedagógico, cultural e político, ou seja, o MTS propõe a todos participantes vivenciar uma nova maneira de fazer circular a riqueza, com a lógica das trocas solidárias, onde os resultados podem ser alcançados sem a utilização de dinheiro.” (p.6)“É um espaço onde as pessoas trocam entre elas produtos, serviços e saberes sem o uso de dinheiro, de uma forma solidária, que promove a cooperação em vez da competição, própria do mercado neoliberal, respeitando normas éticas e ecológicas ao produzir e consumir.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2018
DISCIPLINA
DESENVOLVER FORÇA DE VONTADE E AUTO-DISCIPLINA
1 – Se você estiver em algum local que esteja sentado, no autocarro, no metro, no comboio ou sala de espera, se algum idoso ou grávida não tiver onde se sentar, levante-se e ofereça-lhe o seu lugar, mesmo que preferisse ficar sentado para sua conveniência. Não só porque é um ato educado, mas porque você está fazendo algo com dificuldade e incômodo. Desta forma, treinará a capacidade de superar a resistência do seu corpo, da mente e dos seus sentimentos.
2 – Existem pratos no lava loiça por lavar, e você decide adiar e lava-los mais tarde. Levante-se e lave-os na hora. Não deixe que a sua preguiça o vença. Quando você sabe que deste modo está a desenvolver a sua força de vontade, e tem consciência da importância da força de vontade na sua vida, será mais fácil para você fazer o que tem de ser feito.
3 – Você chega a casa cansado do trabalho e senta-se na frente da TV porque está cansado e com preguiça de ir tomar banho. Não deve obedecer à vontade de se sentar, e ir logo tomar um bom banho relaxante.
4 – Você pode reconhecer que o seu corpo necessita de algum exercício físico, mas vai continuar sentado sem fazer nada ou a ver um filme. Levante-se e vá caminhar, correr ou fazer algum outro exercício físico.
5 – Você gosta do seu café com açúcar? Então, durante uma semana inteira decida beber reduzindo o açúcar para metade. Você gosta de beber três cafés ou mais por dia? Durante 2 semanas reduza para metade.
6 – Às vezes, quando você tem impulso para dizer algo que não é importante ou que vai magoar alguém. decidia não dizê-lo.
7 – Todos temos tendência para ler notícias sensacionalistas e revistas cor de rosa. Não leia algumas dessas coisas sem importância durante uma ou duas semanas, mesmo que você queira.
8 – Você tem um desejo de comer algo não muito saudável. Recuse-se e decida não ceder ao desejo.
9 – Se você se encontra a pensar coisas sem importância, desnecessárias, negativas, tente não lhes dar atenção, pensando sobre a sua inutilidade.
10 – Superar a sua preguiça. Convencer-se da importância do que está a ser feito. Convencer a sua mente que você ganha força interior quando você decide fazer as coisas, apesar da preguiça, da relutância ou da resistência interna sem sentido.A proposta destes exercícios tem fundamento.Você deverá começar com algo simples, que sejam relativamente fáceis de executar para evitar a desilusão.Depois gradualmente poderá aumentar o numero e a dificuldade dos exercícios. Com a prática você irá melhorar, aumentando a sua capacidade de auto-disciplina e decisão, transformando-se numa enorme satisfação.
Um método eficaz para o desenvolvimento e melhoraria destas forças é executar determinadas acções ou atividades. Lembre-se que reforçando uma destas capacidades, automaticamente fortalece a outra.
Apresento alguns exercícios:
Nunca se convença a si mesmo que não pode realizar os exercícios acima descritos, porque lhe parecem demasiado banais ou simples. Certamente pode conseguir realizá-los. Seja persistente, motive-se pensando sobre a importância da realização dos exercícios, e o poder e força interior que você vai ganhar.
Se você praticar musculação, correr ou fizer ginástica aeróbica, irá fortalecer os músculos, de modo que quando precisar mover ou transportar algo pesado, terá força para o fazer. Ao estudar todos os dias um pouco de francês, você será capaz de falar francês quando viajar para a França. Acontece o mesmo com a força de vontade e auto-disciplina, por fortalecê-las, elas tornam-se disponíveis para o seu uso sempre que precisar.
Bom fortalecimento!
Abraço.<www.escolapsicologia.com/10-exercicios-para-melhorar-a-sua-forca-de-vontade-e-auto-disciplina/> 26/01/2017
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A Agenda 2030
Na sede da ONU, em Nova York, em 25 setembro de 2015, foi iniciado um Plano de ação a ser cumprido até 2030, tendo como os principais temas a erradicação da pobreza, proteção do planeta e garantir que as pessoas alcancem a paz e a prosperidade.
Os ODS baseiam-se nos princípios acordados na Resolução A/RES/66/288, intitulada "O Futuro que Queremos".
Os ODS baseiam-se nos princípios acordados na Resolução A/RES/66/288, intitulada "O Futuro que Queremos".
193 países acordaram os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
1- Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares.
2- Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável.
3- Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.
4- Assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.
5- Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.
6- Assegurar a disponibilidade e a gestão sustentável da água e saneamento para todos.
7- Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos.
8- Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, o emprego pleno e produtivo e o trabalho decente para todos.
9- Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação.
10- Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles.
11- Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.
12-Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.
13-Tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos.
14- Conservar e promover o uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.
15- Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda.
16- Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.
17- Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.
Dica: Vejam a lista das 169 metas a serem cumpridas em:
http://www.agenda2030.com.br/
Podemos analisar se os 8 objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs) foram cumpridos até o ano 2015.
1- Erradicar a pobreza extrema e a fome;
2- Alcançar o ensino primário universal;
3- Promover a igualdade de gênero e empoderar as mulheres;
4- Reduzir a mortalidade infantil;
5- Melhorar a saúde materna;
6- Combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças;
7- Garantir a sustentabilidade ambiental;
8- Desenvolver uma parceria global para o desenvolvimento.
1- Erradicar a pobreza extrema e a fome;
2- Alcançar o ensino primário universal;
3- Promover a igualdade de gênero e empoderar as mulheres;
4- Reduzir a mortalidade infantil;
5- Melhorar a saúde materna;
6- Combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças;
7- Garantir a sustentabilidade ambiental;
8- Desenvolver uma parceria global para o desenvolvimento.
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
África
Democracia: liberdade política e social na África
O Nova África mostra os avanços democráticos conquistados por um continente marcado por revoluções e golpes militares. A África do século XXI não é mais a mesma e tem, nas últimas décadas, experimentado mudanças profundas nos campos econômico, social e político.
Em Ruanda, a repórter Aline Maccari revela que a economia do país é considerada a grande alavanca para o sucesso que aos poucos é conquistado por toda a sociedade. Impulsionado por uma nova geração, as mudanças econômicas e sociais já podem ser vistas na queda do desemprego e no fortalecimento das instituições públicas e privadas. O ministro do Comércio, Alex Ruzibukira, fala sobre as mudanças vivenciadas por Ruanda.
Outro país que tem experimentado um desenvolvimento econômico acima dos padrões mundiais é a Zâmbia. Rico em minérios, o crescimento tem feito a sua população cobrar por mais melhorias sociais. Buscando uma inserção no mercado global, a Zâmbia sabe a importância do fortalecimento democrático e aos poucos constrói um caminho para atingir esse objetivo.
De lá, o Nova África segue para Gana e descobre como esta nação conseguiu firmar no continente uma democracia estável. Com instituições políticas fortes, o país busca, por meio do petróleo, embalar mais avanços para a sociedade.
No Egito, por outro lado, a população teme pela questão religiosa e a sua influência na frágil democracia. Após a Primavera Árabe surgiram temores motivados pela intolerância religiosa, principalmente após a Irmandade Muçulmana - maior e mais antigo grupo islâmico - conseguir o controle político do país.
Por fim, o ex-presidente de Moçambique, Joaquim Chissano revela em entrevista um panorama da democracia e as mudanças presenciadas em todo o continente africano.
Diversidade cultural
Muitos enxergam a África como um continente genérico e único, mas com 54 países e outras dezenas de culturas, esta imensa região é múltipla e repleta de diversidades. O árabe-berbere e o negro-africano são considerados os dois maiores referenciais culturais do continente. As duas raízes permitiram a origem de uma múltipla variedade cultural e de duas mil línguas e dialetos diferentes.
O Nova África mostra a beleza dessa mistura, começando por Guiné Conacry, região do oeste africano onde alguns países ainda conservam uma tradição antiga: os griots. Representados por artistas, os griots são responsáveis por dar conselhos ao rei e aos governantes por meio da dança, teatro e, principalmente, da música. Eles são como mensageiros que transitam entre a realeza e o povo. Uma missão que é levada a sério e passada de pai para filho.
O músico Shelku Benbeya, que com a sua guitarra e instrumentos modernos mantém viva a tradição, é um dos entrevistados do programa. Nos anos 1960 e 1970 o representante mais pop dos griots foi responsável em apresentar a arte para o mundo. O Nova África mostra também Daddi Cool e seu grupo, considerados um dos mais novos representantes griots, que continuam com a tarefa de aconselhar o rei sobre os assuntos do país.
De Guiné o programa segue para Ruanda e mostra a beleza do Royal Ballet de Ruanda. Responsável por preservar uma tradição centenária, o grupo foi criado pela monarquia para entreter os visitantes do reino. Hoje, encanta plateias de todo o mundo transmitindo a cultura ancestral de seu país.
Em Burundi, a tradição de um grupo criado para agradar reis e rainhas que com o tempo conquistou todo o planeta, os Tambores Reais de Burundi. Considerado o grupo mais antigo de tambores no país, eles mantêm tradições ancestrais e são os únicos a produzirem os seus próprios instrumentos. O líder Antime Baruashakaje, o único representante vivo que se apresentou para a realeza, conta um pouco dessa história e mostra a mágica realizada por seus tambores.
Comparação entre a nova escravidão e o antigo sistema
A assinatura da lei Áurea, em 13 de maio de 1888, decretou o fim do direito de propriedade de uma pessoa sob outra, porém o trabalho semelhante ao escravo se manteve de outra maneira. A forma mais encontrada no país é a da servidão, ou ‘peonagem’, por dívida. Nela, a pessoa empenha sua própria capacidade de trabalho ou a de pessoas sob sua responsabilidade (esposa, filhos, pais) para saldar uma conta. E isso acontece sem que o valor do serviço executado seja aplicado no abatimento da conta de forma razoável ou que a duração e a natureza do serviço estejam claramente definidas.
A nova escravidão é mais vantajosa para os empresários que a da época do Brasil Colônia e do Império, pelo menos do ponto de vista financeiro e operacional. O sociólogo norte-americano Kevin Bales, considerado um dos maiores especialistas no tema, traça em seu livro “Disposable People: New Slavery in the Global Economy” (Gente Descartável: A Nova Escravidão na Economia Mundial) paralelos entre esses dois sistemas que foram aqui adaptados pela Repórter Brasil para a realidade brasileira.
brasil
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antiga escravidão
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nova escravidão
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propriedade legal
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permitida
|
proibida
|
custo de aquisição de
mão-de-obra
|
alto. a riqueza de uma pessoa
podia ser medida pela quantidade de escravos
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muito baixo. não há compra e,
muitas vezes, gasta-se apenas o transporte
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lucros
|
baixos. havia custos com a
manutenção dos escravos
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altos. se alguém fica doente
pode ser mandado embora, sem nenhum direito
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mão-de-obra
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escassa. dependia de tráfico
negreiro, prisão de índios ou reprodução. bales afirma que, em 1850, um
escravo era vendido por uma quantia equivalente a r$ 120 mil
|
descartável. um grande
contingente de trabalhadores desempregados. um homem foi levado por um gato
por r$ 150,00 em eldorado dos carajás, sul do Pará
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relacionamento
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longo período. a vida inteira
do escravo e até de seus descendentes
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curto período. terminado o
serviço, não é mais necessário prover o sustento
|
diferenças étnicas
|
relevantes para a escravização
|
pouco relevantes. qualquer
pessoa pobre e miserável são os que se tornam escravos, independente da cor
da pele
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manutenção da ordem
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ameaças, violência psicológica,
coerção física, punições exemplares e até assassinatos
|
ameaças, violência psicológica,
coerção física, punições exemplares e até assassinatos
|
Observação: As diferenças étnicas não são mais fundamentais para escolher a mão-de-obra. A seleção se dá pela capacidade da força física de trabalho e não pela cor. Qualquer pessoa miserável moradora nas regiões de grande incidência de aliciamento para a escravidão pode cair na rede da escravidão. Contudo, apesar de não haver um levantamento estatístico sobre isso, há uma grande incidência de afrodescendentes entre os libertados da escravidão de acordo com integrantes dos grupos móveis de fiscalização, em uma proporção maior do que a que ocorre no restante da população brasileira. O histórico de desigualdade da população negra não se alterou substancialmente após a assinatura da Lei Áurea, em maio de 1888. Apesar da escravidão ter se tornado oficialmente ilegal, o Estado e a sociedade não garantiram condições para os libertos poderem efetivar sua cidadania. Por fim, as estatísticas oficiais mostram que há mais negros pobres do que brancos pobres no Brasil. Outro fator a ser considerado é que o Maranhão, estado com maior quantidade de trabalhadores libertos da escravidão, é também a unidade da federação com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e a que possui a maior quantidade de comunidades quilombolas.
Diáspora africana
Diáspora africana — também chamada de Diáspora Negra é o nome que se dá ao fenômeno sociocultural e histórico que ocorreu em países além do continente africano devido à imigração forçada, por fins escravagistas mercantis que perduraram da Idade Moderna ao final do século XIX, de africanos (em especial africanos de pele escura chamados pela cultura ocidental de negros ou afrodescendentes).
Contraste ao fomentado por interesses exploratórios, dominativos pelo arrefecimento do poder alheio ou etnocêntricos internos ou externos que se manifestam nas guerras de tribo e na anomia reais e estereotipadas do continente africano em si, na América e no território geral de influência passada ou contemporânea do Ocidente onde houve das colônias mercantilistas à base de escravos ao segregacionismo de oportunidades racista científico ocorreu um inverso.
Destituídos do que lhes conferia identidade quando escravizados, muitos negros da época da escravatura privados que fossem das condições objetivas de prosperar na própria sociedade, do respeito como seres humanos e da chance de constituir família se uniram por meio desse desatino, no perseguido ritualístico festivo e cerimonial na surdina das senzalas ou no sentimento libertário de revolta que acontecia no sul do que deu origem aos Estados Unidos, criando o que se pode equivaler a uma cultura afrolocal não necessariamente sectária mas pouco raro via critério que foge às convenções comuns de institucionalidade instituída.
O termo foi criado por historiadores, movimentos civis e descendência de ex-escravos recentes. A existência do fenômeno foi fortemente evidenciada pela luta da esquerda norte-americana em defesa do direito de minorias demográficas e sociais. Além disso, a queda do apartheid político, na África do Sul, também trouxe visibilidade à diáspora. Surgiram ainda ações afirmativas, de caráter compensatório e de novas tendências, que iam do "Black is Beautiful" até o consagrar de atletas, personalidades da mídia e artistas de pele morena ou preta no grande público.
A União Africana definiu a diáspora africana como "[consistindo] de pessoas de origem africana vivendo fora do continente, independentemente da sua cidadania e nacionalidade e que estão dispostos a contribuir para o desenvolvimento do continente e a construção da União Africana. "Seu ato constitutivo, declara que ela deve convidar e incentivar a plena participação da diáspora Africana como uma parte importante do nosso continente, no edifício da União Africana."
Entre 1500 e 1900, aproximadamente quatro milhões de africanos escravizados foram transportados para as plantações de ilhas no Oceano Índico, cerca de oito milhões foram enviados para países da zona do Mediterrâneo, e cerca de 11 milhões sobreviveram ao tráfico negreiro para o Novo Mundo. Seus descendentes são encontrados ao redor do globo. Devido a casamentos mistos e assimilação genética, somente que seja descendente da diáspora africana não é inteiramente autoevidente.
1- Disponivel em: <http://tvbrasil.ebc.com.br/novaafrica/episodio/democracia-liberdade-politica-e-social-na-africa>acessado em 26 out. 17
2- Disponivel em: <http://tvbrasil.ebc.com.br/novaafrica/episodio/diversidade-cultural>acessado em 26 out. 17
3- Disponivel em: <http://reporterbrasil.org.br/trabalho-escravo/comparacao-entre-a-nova-escravidao-e-o-antigo-sistema/>acessado em 26 out. 17
4- Disponivel em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Di%C3%A1spora_africana>acessado em 26 out. 17
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Aprendizagem
Na análise de Libâneo (2002), a aprendizagem se dá mediante o contato com a realidade problematizadora. O conhecimento já faz parte da vivencia do aluno, e sua manifestação se dá através de situações pedagógicas. Esse processo permitirá aos educandos um esforço de compreensão do vivido, chegando assim, a um conhecimento mais crítico de sua realidade, sempre através da troca de experiência em torno da prática social.
Gadotti (1990) afirma que Freire não separa método de teoria e esta da prática. Ele não se refere ao seu trabalho como um método. Ele apenas trata a relação educador-educando como aprendizagem e não como ensino .O educando pensa,age e vivencia o mundo.
http://www.sabernarede.com.br/tendencias-pedagogicas-na-escola-atual/27/09/2017
sexta-feira, 11 de agosto de 2017
Eugenio Jorge - É Tempo de Amar
Homenagem aos Pais vivos e Falecidos
https://img1.blogblog.com/img/video_object.png
domingo, 19 de março de 2017
Palavras para por em prática e melhorar sua operação logística
Reduzir... gastos,tempo,...
Aumentar...conhecimento,...padronizar processos.
Avaliar...nível do cliente,...
Implementar ...sistema de controle de estoque,.. plano de ação.
Aumentar...conhecimento,...padronizar processos.
Avaliar...nível do cliente,...
Implementar ...sistema de controle de estoque,.. plano de ação.
A Logística e o Guarda-Roupas
Existem operações de estocagem dos mais diversos tamanhos, tais como: pequenos almoxarifados de peças de oficinas mecânicas, depósitos de matérias-primas e produtos acabados, dispensas de materiais de escritório e limpeza, câmaras frias, até mesmo grandes armazéns atacadistas a centros de distribuição.
Independente do tamanho da empresa há sempre a preocupação:
Estoque é dinheiro parado!!!
Entretanto, é necessário ter este esclarecimento para que as ações necessárias para manutenção e zelo do estoque sejam tomadas.
Imagine um Guarda-roupas! Acredito que você tenha um…rs
Vá ao seu quarto, abra o guarda-roupas e anote todas os itens: roupas, calçados, acessórios e tudo mais, inclusive o próprio guarda-roupas. Dessa lista, procure lembrar qual o preço que você pagou por eles.
Ih! Estou te fazendo lembrar de pagar algumas faturas do cartão de crédito de algumas comprinhas…, não é?!!rs
Então! Se você atribuir o preço para cada peça e ao fim somar tudo, você ficará assustado com o que você pagou para ter um guarda-roupas completamente abarrotado como é o seu…
Agora vamos fazer de conta que você não será mais o responsável pelo seu guarda-roupas. Imagine que você irá contratar um profissional para guardar, organizar as peças, lavar e passar as roupas, retirá-las do guarda-roupas para te entregar e você usá-las!! De fato, irá terceirizar esta operação.
Acredito que você esteja gostando da ideia…rs
Entretanto, em um certo dia, você percebeu que a sua calça favorita sumiu! Além disso, você lembra que, mesmo sendo um produto caro, esta calça tem uma história: um amor, uma festa, uma pessoa, um sonho…Por fim, você está atrasado para um compromisso e a calça seria o traje ideal para a ocasião…Ufa, que coisa hein…
Diante desta realidade, qual seria o seu sentimento quanto ao nível do serviço do profissional?
Pois bem, a área de armazenagem de uma empresa é constituída de produtos que foram comprados para consumo ou revenda. Existem itens favoritos, ou mais relevantes, que geralmente são aqueles que são mais vendidos, são mais lucrativos, são mais escassos, são mais caros ou qualquer outro motivo…
Enfim, se você é o profissional responsável, ou um dos responsáveis, por manter e zelar pelo estoque, este é um grande desafio. Podem ocorrer problemas diversos, tais como: produtos violados e avariados, itens vencidos, quantidades divergentes, produtos consumidos ou furtados por empregados, e dentre outras situações.
De fato, quaisquer problemas com os itens estocados, afetará o capital da empresa e, claro, também afetará o humor dos diretores…
Esta sensibilização é importante, de operadores a diretores, para que ações, controles, indicadores, investimentos, aplicações em tecnologias sejam realizadas para a manutenção do capital e busca da melhor performance logística para satisfação dos clientes internos e externos.
Minha sugestão?! Seja vigilante com sua postura e a dos outros frente ao estoque, e busque conhecer técnicas para melhorar sua operação logística. Portanto, trate o estoque da empresa como se fosse as peças do seu guarda-roupas.
Fonte: http://praticalogistica.com.br/artigos/a-logistica-e-o-guarda-roupas/ em 19/03/2017
Independente do tamanho da empresa há sempre a preocupação:
Estoque é dinheiro parado!!!
Entretanto, é necessário ter este esclarecimento para que as ações necessárias para manutenção e zelo do estoque sejam tomadas.
Imagine um Guarda-roupas! Acredito que você tenha um…rs
Vá ao seu quarto, abra o guarda-roupas e anote todas os itens: roupas, calçados, acessórios e tudo mais, inclusive o próprio guarda-roupas. Dessa lista, procure lembrar qual o preço que você pagou por eles.
Ih! Estou te fazendo lembrar de pagar algumas faturas do cartão de crédito de algumas comprinhas…, não é?!!rs
Então! Se você atribuir o preço para cada peça e ao fim somar tudo, você ficará assustado com o que você pagou para ter um guarda-roupas completamente abarrotado como é o seu…
Agora vamos fazer de conta que você não será mais o responsável pelo seu guarda-roupas. Imagine que você irá contratar um profissional para guardar, organizar as peças, lavar e passar as roupas, retirá-las do guarda-roupas para te entregar e você usá-las!! De fato, irá terceirizar esta operação.
Acredito que você esteja gostando da ideia…rs
Entretanto, em um certo dia, você percebeu que a sua calça favorita sumiu! Além disso, você lembra que, mesmo sendo um produto caro, esta calça tem uma história: um amor, uma festa, uma pessoa, um sonho…Por fim, você está atrasado para um compromisso e a calça seria o traje ideal para a ocasião…Ufa, que coisa hein…
Diante desta realidade, qual seria o seu sentimento quanto ao nível do serviço do profissional?
Pois bem, a área de armazenagem de uma empresa é constituída de produtos que foram comprados para consumo ou revenda. Existem itens favoritos, ou mais relevantes, que geralmente são aqueles que são mais vendidos, são mais lucrativos, são mais escassos, são mais caros ou qualquer outro motivo…
Enfim, se você é o profissional responsável, ou um dos responsáveis, por manter e zelar pelo estoque, este é um grande desafio. Podem ocorrer problemas diversos, tais como: produtos violados e avariados, itens vencidos, quantidades divergentes, produtos consumidos ou furtados por empregados, e dentre outras situações.
De fato, quaisquer problemas com os itens estocados, afetará o capital da empresa e, claro, também afetará o humor dos diretores…
Esta sensibilização é importante, de operadores a diretores, para que ações, controles, indicadores, investimentos, aplicações em tecnologias sejam realizadas para a manutenção do capital e busca da melhor performance logística para satisfação dos clientes internos e externos.
Minha sugestão?! Seja vigilante com sua postura e a dos outros frente ao estoque, e busque conhecer técnicas para melhorar sua operação logística. Portanto, trate o estoque da empresa como se fosse as peças do seu guarda-roupas.
Fonte: http://praticalogistica.com.br/artigos/a-logistica-e-o-guarda-roupas/ em 19/03/2017
domingo, 5 de março de 2017
Divisão Internacional do Trabalho
A DIT nada mais é do que uma divisão mundial de produção que envolve esforços em âmbito internacional.
Para entendermos como a DIT funciona basta considerarmos uma simples premissa: os países em desenvolvimento ou emergentes, que tiveram processos lentos de industrialização ou foram marcados por crises econômicas que os tornaram mais frágeis, oferecem aos países mais desenvolvidos e industrializados uma grande gama de incentivos e benefícios para possibilitar a instalação de fábricas e indústrias em seus territórios. Algumas vantagens oferecidas neste sentido podem ser a isenção (total ou parcial) da cobrança de impostos, mão de obra farta e assim por diante.
Sendo assim, de um lado os países com a economia mais fragilizada precisam de países melhor desenvolvidos (e ricos) para investirem em seu território. E é deste modo que eles oferecem algumas facilidades para fazer com que ambos possam se desenvolver.
A Divisão Internacional do Trabalho pode ser considerada então como uma especialização produtiva de regiões e países que tem como base as trocas, o que é claro, também é um reflexo do próprio processo de globalização. Enquanto os mais desenvolvidos exportam tecnologia e novas técnicas de produção massificada, os países emergentes (ou subdesenvolvidos) ajudam com a exportação de matéria-prima e com boas condições para instalação dessas grandes indústrias e fábricas.
Origem e primeira Divisão Internacional do Trabalho
No final do século 15 o capital era distribuído e circulado entre colônias e metrópoles. Deste modo, cada região do globo passou a assumir diferentes posições – uma se especializou no fornecimento de metais preciosos, outro de produtos manufaturados, outro de matérias-primas existenciais e assim por diante. E foi assim que, de um lado, a metrópole exportava manufaturas, e de outro, as colônias produziam e posteriormente exportavam matérias-primas para a metrópole.
Foi com a necessidade de expansão do mercantilismo que muitos países europeus começaram a conquistar novas terras, e, consequentemente, muitas foram as regiões do mundo que acabaram submetidas obrigatoriamente ao modelo de produção e circulação de bens dos europeus.
Quando o capitalismo se consolidou (em meados do século XVIII), muitas foram as transformações que tomaram conta com processo de produção – época que, inclusive, ficou conhecida como Revolução Industrial.
Com a produção artesanal sendo constantemente substituída pelas máquinas e pelo novo modelo de produção, o mundo começou a ser dividido entre países que se especializaram na oferta de matéria-prima e países que precisavam desses produtos para a produção industrializada.
Nesse cenário, o país que se destacou como a ‘nação da industrialização’ foi a Inglaterra, que se transformou em uma grande ‘oficina de produção’ durante o século XIX. A combinação dos modelos superiores de produtividade com o seu poder militar fez com que o país ganhasse uma posição de destaque no centro do capitalismo mundial.
Segunda Divisão Internacional do Trabalho
Já a segunda DIT teve o seu início marcado junto com a entrada do século XX, que foi quando a Inglaterra começou a registrar alguns pequenos sinais de fragilidade (após as duas guerras mundiais e a crise de 1929).
Quem toma o lugar da Inglaterra, agora, são os Estados Unidos da América.
Nessa nova etapa de desenvolvimento do sistema capitalista, conhecida como ‘capitalismo financeiro’, algumas mudanças também chegaram à Divisão Internacional do Trabalho:
• Agora, os países subdesenvolvidos passaram a ser financiados por países ‘donos’ do capital, o que fez com que muitas multinacionais instalassem filiais por todos os cantos do mundo;
• Isso fez com que países subdesenvolvidos, que antes eram só produtores primários, se transformassem também em exportadores dessa cadeia de produção;
• Além disso, o modelo de produção conhecido como ‘fordismo’, que predominava nessa época, também passou a ser substituído – isso porque ele já não atendia às exigências internacionais de mercado e nem sequer conseguia suprir com a demanda de produção.
Terceira Divisão Internacional de Trabalho
Surge, então, a terceira Divisão Internacional do Trabalho, modelo que vem sendo implantado pelo capitalismo em toda a extensão do globo desde a década de 1970 (quando a China também entra na jogada).
A terceira DIT surgiu em um momento de recuperação global da economia, marcado principalmente após o fim das destruições que tomaram conta na Segunda Guerra Mundial. Nessa fase da DIT, as empresas de países desenvolvidos assumiram enormes proporções, tornando-se grandes multinacionais, criando conglomerados espalhados por todo o mundo.
Sendo assim, agora as empresas de grande porte mundialmente já não são mais encarregadas só pelo processo de produção, como também, do processo de consumo.
E de forma cada vez mais expressiva as empresas vêm construindo filiais não só na Europa e Américas, como também em continentes que nas divisões passadas foram deixados de lado – África e Ásia. O processo, que tem sido cada vez mais intensificado pela globalização, tem feito com que países subdesenvolvidos se transformem em grandes exportadores de produtos internacionais, o que altera completamente as relações de comércio mantidas como prioridade mundial no século passado.
Fontes:
https://www.resumoescolar.com.br/geografia/divisao-internacional-do-trabalho-dit Acesso em 05/03/2017
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